CATANDO PAPÉIS & CONTANDO HISTÓRIAS

sábado, março 13, 2010

POLÍCIA MILITAR DO AMAZONAS (IV)

Anistia e deposição das armas

Acatando proposição de autoridade provincial, o Governo Imperial, em 4 de novembro de 1839, concede anistia aos cabanos. A conseqüência dessa medida é auspiciosa, pois, possibilita encerrar o período tenebroso da Cabanagem. Em 25 de março de 1840, “no décimo nono ano da Independência e do Império”, o faustoso acontecimento realiza-se na vila de Luzéia, hoje Maués (AM), diante do major (de 3ª classe) do Exército José Coelho de Miranda Leão. Os combatentes finalmente depuseram as armas. Mas, as guardas policiais instituídas para o combate aos cabanos permaneceram ativas.
Miranda Leão, contando 37 anos de serviço militar “sem nota”, prospera na Província na condição de comerciante. Torna-se o primeiro presidente da Associação Comercial do Amazonas (ACA), empossado em 18 Jun. 1871. Assume ainda a Assembléia Provincial, Morre em Manaus, c.1889, deixando ilustres descendentes.

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